A cidade é pequenina,
mas o sonho é imenso,
feito o rio mais extenso
que nos banha e nos fascina.
Ao dobrar de cada esquina,
sob o céu que nos socorre,
cada rua nos percorre
para o bairro a que se destina.
Barcos que sob pontes,
conduzem também destinos
homens, iguais a meninos,
são afluente e fontes.
Nas veias correm também
veios de luz, raios vivos,
os rios passando altivos
são rios de querer bem.
No bulício da quermesse,
o calor que desatina,
o coração de Teresina
é o sol que nos aquece.
laerte magalhães
teresina: um olhar poético.
teresina: fcmc, 2010
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teresina: fcmc, 2010
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